Apenas mais um
humano
Seus olhos exalavam um tom de esperança.
Tom que transpassava a realidade.
E se fixava em minha mente como algo...
Algo longe da minha alçada humana.
Eram tons etéreos, volúveis.
Com a elegância que só ela tinha.
Seus cabelos transfiguravam em luz castanha.
O vidro entre meu olhar e o verde dela
Refletia que tudo aquilo estava longe de minha
alçada.
Ela era de uma magnitude sobrenatural.
Quando a via, minha base já não era mais fulcral.
E eu retornava, sempre, a minha humanidade quase
normal.
Mas minha, queria como só minha, entretanto: banal.
Em meus pedidos, orações.
Queria apenas novas ligações.
Poderia ser entre nossos corações.
Talvez, já estava fora de minha...
Eu não há tinha mais.
Mas seus olhos, seus cabelos, sua boca,
Eram
como de momentos atuais: inesquecíveis, quase triviais.
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